segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

O selo de deficiente não tem valor legal nenhum...

 
http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/transportes/autorizacoes_especiais/

De tanto as pessoas tentar fraudar o direito do deficiente o selo perdeu o valor legal já que qualquer um pode compra-lo em bancas de jornais, papelarias, etc...

Agora temos o cartão de vaga especial que é aceito em todo territorio nacional.
São 2 tipos de cartões: o de idoso e do deficiênte físico.
Temos direito (não privilégio) mas também temos que "andar" na lei. Hoje a lei é ter o cartão.

Cartões de estacionamento Para Deficientes
* O que é o Cartão DeFis-DSV?
É uma autorização especial, gratuita, paso ra o estacionamento de veículos em via pública e zona azul, em  vagas especiais  -- demarcadas com o Símbolo Internacional de Acesso, para pessoas com deficiência de mobilidade obrigadas ou não a usar cadeira de rodas, aparelhagem ortopédica ou prótese, temporária ou permanente. É regulamentado pela portaria DSV/G. n.º 014/02, de abril de 2002.
* Quem tem direito a esta autorização?
O Departamento de Operação do Sistema Viário (DSV) emite o Cartão DeFis-DSV para:
  • Portadores de deficiência física ambulatória no(s) membro(s) inferior(es);
  • Portadores de deficiência física ambulatória autônoma, decorrente de incapacidade mental; (quando o portador não pode assinar, há a necessidade de apresentação de documento de representação legal como: Interdição, Curatela ou Procuração)
  • Pessoas com mobilidade reduzida temporária, com alto grau de comprometimento ambulatório, inclusive as com deficiência de ambulação - temporária - mediante solicitação médica.
* Como obter o requerimento do Cartão DeFis-DSV?

- Comparecer ao setor de Autorizações Especiais do DSV (DSV-AE), na rua Sumidouro, 740, em Pinheiros - CEP 05428-010-, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h e apresentar os seguintes documentos:
  • Formulário de requerimento do Cartão DeFis-DSV;
  • Formulário de atestado médico que comprove a deficiência física ambulatória ou a mobilidade reduzida, contendo a respectiva indicação de acordo com o Código Internacional de Doenças (CID), o carimbo, o CRM e a assinatura do médico, com data de emissão não superior a três meses. O requerente deve entregar o formulário original ou uma cópia, autenticada ou simples -- neste último caso será preciso apresentar o original. 
  • Cópia simples da Carteira de Identidade (ou de documento equivalente) do portador de deficiência física ambulatória ou com mobilidade reduzida e do seu representante, quando for o caso. Este último deve apresentar cópia simples de documento comprovando ser representante do portador de deficiência física ou com mobilidade reduzida.
Dúvidas, ligue para: (11) 3812-3281 ou (11) 3816-3022.  . (SÃO PAULO)

* Onde retirar o Cartão DeFis-DSV?
No DSV-AE (mesmo endereço acima), de segunda a sexta, das 9h às 17h.
* O que é preciso observar no uso diário do cartão?
Além das regras de trânsito vigentes e daquelas estabelecidas pela sinalização local, deverão ser respeitadas rigorosamente as "Regras de Utilização" contidas no verso do cartão DeFis-DSV.
Nas vagas especiais situadas em áreas de Zona Azul, o usuário deve utilizar, além do Cartão DeFis-DSV, o cartão de Zona Azul.
Obs.: o cartão DeFis-DSV não dá direito ao uso da vaga gratuitamente.
Vale lembrar que o Cartão DeFis-DSV poderá ser utilizado como referência para estabelecimentos particulares, que reservem vaga específica de estacionamento demarcada com o Símbolo Internacional de Acesso.
Fonte: Site da Prefeitura Municipal de São Paulo – www.prefeitura.sp.gov.br 
Pela nova regra, todos os municípios brasileiros passarão a adotar um modelo único de credencial definido pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Para adquirir essa nova credencial, idosos e deficientes precisam fazer ou refazer o cadastro no órgão de trânsito municipal ou no Detran. Em alguns Estados, a apresentação da carteirinha não isenta o pagamento da taxa de estacionamento da Área Azul.
O cartão será apreendido ou cancelado se constatado:
• Empréstimo do cartão 
• Uso de cópia;
• Porte do cartão com rasuras ou falsificado;
• Uso em desacordo com as regras previstas na lei;
                                                              • Uso do cartão com a validade vencida.


Cartão do Idoso
Autorização especial para estacionamento em vagas sinalizadas com a legenda “IDOSO”.
O que é Cartão Idoso?
É uma Autorização Especial para o estacionamento de veículos, conduzidos por idosos ou que os transportem, nas vias e logradouros públicos, em vagas especiais devidamente sinalizadas para este fim.
.Nas vagas especiais, em área de estacionamento rotativo pago Zona Azul, além do Cartão Idoso, o usuário deverá utilizar também o Cartão Zona Azul.

O benefício foi regulamentado pela Portaria SMT.GAB nº 017/10, de 13/03/10.
Quem tem direito ao Cartão Idoso?
As pessoas com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, condutoras ou passageiras de veículos automotores e residentes no Município de São Paulo
Como solicitar o Cartão Idoso? 
O SUAE - Sistema Unificado de Autorizações Especiais é o sistema de informação que emite o cartão do Idoso. Se for seu primeiro acesso, entenda passo a passo como deverá proceder para solicitar o cartão:
1. Fazer seu cadastro como Requerente – para acessar o SUAE, é necessário fazer seu cadastrado como “Requerente” (pessoa física que deseja requerer alguma autorização especial ao DSV);
2. Acessar o sistema – os dois últimos dados solicitados no cadastro do requerente são obrigatórios para acessar o sistema:
a. Usuário – dado que identifica cada requerente no sistema SUAE. Informe o seu CPF para este campo ou qualquer outro dado que sirva para sua identificação.
b. Senha - A senha deverá ter no mínimo quatro e no máximo oito caracteres.
c. Atenção, pois serão consideradas na validação da digitação do usuário e senha, as letras maiúsculas e minúsculas.
 
3. Solicitar Novo Requerimento de Idoso – somente um requerimento por requerente (Idoso) será possível ser cadastrado e duas condições serão verificadas:
a. Requerente (Idoso) deverá residir no município de São Paulo;
b. Requerente deverá possuir idade mínima de 60 (sessenta) anos, através da data de nascimento informada no seu cadastro.
 
4. Acompanhar a situação do seu requerimento pelo sistema – a qualquer momento o requerente poderá consultar o status atual do seu requerimento pelo próprio sistema, clicando na opção “Consultar Requerimentos”;

5. Se o requerimento for “Deferido”, após 10 dias do deferimento você  poderá retirar seu cartão no DSV.

Dúvidas: ligue 156 - PARA SÃO PAULO CAPITAL
O que é preciso observar no uso diário do cartão?
Além das regras de trânsito vigentes e daquelas estabelecidas pela sinalização local, deverão ser respeitadas rigorosamente as “Regras de Utilização” contidas no verso do Cartão Idoso.

O Cartão Idoso emitido pelo DSV-AE poderá ser utilizado como referência para estabelecimentos particulares, que reservem vaga específica de estacionamento para pessoas idosas.
Fonte: Site da Prefeitura Municipal de São Paulo – www.prefeitura.sp.gov.br

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Carta do inferno - video


Boa noite a todos!
Sei que hoje é sexta feira, dia de mandar mensagens lindas ,melosas, etc...mas quando ví este video ví o quanto é real.
Vamos aproveitar o final de semana para refletir como estamos agindo isto é como estamos sendo cristãos no dia de hoje em que a "rotina" e o "lazer" nos consome e não queremos nos comprometer com nada?

Sei que um pouquinho demorada mas peço para que assistam. 


 




http://www.youtube.com/watch?v=KN9ZI4sdjzY&feature=related

Desejo um abençoado final de semana a todos.


Márcia Pitelli

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Dicas de passeios com acessibilidade


Como postei aguns dias atrás, ando sentindo muita dificuldade nas minhas saidas. Talvez seja por ser nova no quesito de Pessoas portadoras de Necessidades Especiais.
Hoje estava na Net, afinal nesse quesito ninguem fica em desvantagem e lá achei uma pequena lista de lugares acessiveis de fato.
Já fui a um cinema que o espaço para cadeirante é quase embaixo da tela, sai com uma baita dor no pescoço.
                        Opções de lazer e cultura exemplares em acessibilidade.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjOsDIcH3_zLxHKcv_e_dSjqs0PwsFcXuWuGpZlYlmXDzvgEyVZRwylU2TpEdUZ1cCkmIY_N85CYsvzFVYpICHzfKqWJ3EI8KIpKmJ4OgePXfwn1UmQfl5ANbMpA6slb2PXQeOUyOay-dY/s1600/deficiencia%5B1%5D.jpg Centro Cultural Vergueiro
Piso podotátil, rampas e biblioteca em braille.
R. Vergueiro, 1.000, Paraíso, tel. 3397-4002.

Cinermark Villa Lobos
Espaço reservado a cadeirantes na parte de trás da sala.
Av.das Nações Unidas, 4.777, Piso Lazer, tel. 3024-3860

Jardim Botânico
Passeio no Jardim dos Sentidos – há carros elétricos para quem tem dificuldade de locomoção.
Av. Miguel Stéfano, 3.031, Água Funda, tel. 5073-6300

Mercado Municipal
Pistas podotáteis e elevadores para o mezanino.
R. da Cantareira, 306, Parque Dom Pedro II, tel. 3326-6664

Museu da Língua Portuguesa
Audiodescrição e intérprete de linguagem de sinais (libras).
Praça da Luz, s/no, Luz, tel. 3326-0775

Museu do Futebol
Acesso a cadeirantes, piso podotátil e intérprete de libras.
Praça Charles Miller, s/no, Pacaembu, tel. 3663-3848

Parque da Juventude
Acessibilidade universal e biblioteca adaptada.
Av. Zaki Narchi, 1.309, Santana, tel. 2251-2706

Parque Villa Lobos
Acessibilidade universal, com rampas sobre gramados.
Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 2.001, Alto de Pinheiros, tel. 3023-0316

Pinacoteca
Galeria Tátil de Esculturas Brasileiras, material de apoio em braille e audioguia. Visitas orientadas ao acervo, com agendamento prévio.
Praça da Luz, 2, Luz, tel. 3324-0945

Teatro Vivo
Peças com audiodescrição e legendas. Deficientes auditivos e visuais devem se cadastrar e chegar 30 minutos antes.
Av. Dr. Chucri Zaidan, 860, Morumbi, tel. 2626-0867

Theatro São Pedro
Óperas com audiodescrição. Limite de 15 pares de ingresso para pessoas com deficiência por espetáculo.
R. Barra Funda, 171, Barra Funda, tel. 3667-0499

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Lesão medular- Explicação

Lesão Medular Traumática – Objetivos Funcionais
As informações a seguir devem ser interpretadas como um guia geral. Cada paciente é único e mesmo duas pessoas categorizadas como o mesmo nível de lesão nem sempre apresentam o mesmo quadro funcional.
Cada subdivisão foi feita considerando lesão medular completa no nível neurológico. Ou seja: quando o texto se referir a uma lesão em T1, por exemplo, significa que todos os segmentos acima de T1 estão preservados)
Dito isso, vamos ao que interessa:
TETRAPLEGIA

NÍVEIS C1-C3
Indivíduos com lesão completa C1-C3 (tetraplegia alta) tem controle dos movimento da cabeça e pescoço. A característica mais marcante de lesões desta altura é a necessidade de suporte ventilatório mecânico devido à perda da inervação do diafragma. Esses indivíduos podem eventualmente se beneficiar da FES do nervo frênico para reduzir sua necessidade de ventilação mecânica.
Habilidades: Movimentos limitados de cabeça e pescoço
Objetivos Funcionais:
Respiração: Depende de um ventilador ou um implante para controlar a respiração.
Comunicação: Em geral estes pacientes são traqueostomizados, o que influencia a capacidade de fala, aqual pode ser difícil, muito limitada ou mesmo impossível. Se a habilidade de falar é limitada, a comunicação pode ser realizada por meio de tecnologias assistivas, como um computador com software para falar ou digitar (semelhante ao que o Fisico Stephen Hawkings usa). A comunicação verbal permite ao indivíduo com lesão medular interagir com os cuidadores durante atividades como banho, vestuário, higiene pessoal, transferência, bem como a gestão de bexiga e intestino.
Tarefas Diárias: Tecnologia Assistiva permite independência em tarefas como virar páginas, usar telefone e utilizar e equipamentos.
Mobilidade: Pode operar uma cadeira de rodas elétrica, usando um controle de cabeça, bastão na boca ou controle no queixo.

NÍVEL C4
Pessoas com uma lesão ao nível de C4 possuem boa parte ou toda a inervação do diafragma reservada. Estes pacientes podem não precisar de assistência ventilatória de longo prazo, embora não seja incomum a receber ventilação mecânica inicialmente após a lesão. Pacientes com lesões de C1 a C4 irão depender da ajuda de outros em quase todas as suas necessidades de mobilidade e auto-cuidados, embora possam ser capazes de usar uma cadeira de rodas motorizada com o queixo ou controles adaptados (bastão bucal ou sopro).
O ideal é que os pacientes sejam capazes de se comunicar com os cuidadores sobre as suas necessidades de mobilidade, bem como sobre o auto-cuidado e da bexiga e / ou cuidados intestino.
Habilidades:Normalmente tem o controle dos movimentos de cabeça e pescoço. Indivíduos com o nível C4 podem encolher os ombros.
OBJETIVOS FUNCIONAIS:
Respiração: Podem necessitar de suporte ventilatório para respirar. Entretanto é possível respirar espontaneamente uma vez que a inervação do diagfragma está quase toda preservada.
Comunicação: Verbal, mas pode ter a projeção de voz mais fraca.
Tarefas Diárias: Com equipamentos especializados, alguns podem ter independência limitada na alimentação e operar de forma independente uma cama ajustável com um controle adaptado.

NÍVEL C5
Indivíduos com tetraplegia C5 possuem uso funcional da flexão de cotovelo. Com a ajuda de dispositivos de assistência especializada, tais como órteses de punho ou a mão que lhes permitam segurar objetos, estas pessoas podem alcançar a independência na alimentação e higiene. A fisioterapia é importante para prevenir contraturas de flexão de cotovelo e supinação do antebraço causada pela atividade do bíceps sem oposição. Pacientes com lesão em C5 podem ajudar na mobilidade e vestuário.
Embora possam utilizar cadeira de rodas manual com adaptações para serem tocadas, provavelmente uma cadeira de rodas motorizada com controles manuais será necessária para a maioria das suas necessidades de mobilidade. Os pacientes necessitam de assistência para a maioria dos auto-cuidados, para a mobilidade, transferência e para o manejo das funções vesicais e intestinais. A tecnologia assistiva desempenha um papel importante na maximização do controle do ambiente, ajudando o paciente a ajustar a altura da cama, atender telefones, usar computadores, acender e apagar luzes e televisores.Dirigir um veículo especialmente adaptado é possível.
Habilidades: Normalmente tem o controle dos movimentos de cabeça, pescoço e ombros. Podem fletir os cotovelos e realizar supinação de antebraço.
OBJETIVOS FUNCIONAIS:
Tarefas Diárias: Independência para comer, beber, lavar o rosto, escovar os dentes, barbear rosto e cabelos após assistência na montagem de equipamentos especializados.
Cuidados de Saúde: É possível realizar alguns dos auto-cuidados de saúde, como tosse auto-assistida e alívio de pressão ao inclinar-se para frente ou para os lados.
Mobilidade: Pode empurrar uma cadeira de rodas manual em curtas distâncias sobre superfícies lisas. A cadeira de rodas motorizada com controles de mão é normalmente utilizado para as atividades diárias. Dirigir pode ser possível após serem avaliados por um profissional qualificado para determinar as necessidades de equipamentos especiais

NÍVEL C6
Indivíduos com tetraplegia C6 têm, além do controle motor do bíceps braquial, a função adicional de extensão do punho. Isso permite o uso da tenodese (flexão passiva dos dedos da mão e adução do polegar durante a extensão ativa de punho). O paciente deve evitar o alongamento excessivo dos flexores dos dedos, pois limita a ação da tenodese.
C6 é o nível mais alto no qual os pacientes podem ter uma lesão completa e ainda assim obter independência funcional, sem o auxílio de um cuidador, embora essa situação não seja comum.
Indivíduos com lesões a este nível pode alcançar níveis consideráveis de independência funcional em termos de alimentação, higiene, banho, cama e mobilidade por meio de adaptações. Eles podem vestir a parte superior do corpo de forma independente e ajudar a vestir a parte inferior.
Podem realizar transferência da cama para cadeira utilizando uma prancha de transferência. O cateterismo intermitente para o cuidado da bexiga pode ser possível com dispositivos adaptados, embora não seja comum e seja tecnicamente mais difícil para as mulheres do que para homens.
Cadeiras de rodas manuais com adaptações para facilitar o apoio das mãos podem ser utilizada para a mobilidade comunitária, embora os pacientes possam preferir uma cadeira de rodas motorizada. Conduzir um veículo adaptado com algumas adaptações, como um elevador personalizado e controles manuais, é uma opção. Pacientes com lesões C6 podem ser independentes na utilização de um telefone, escrita e digitação (com dispositivos adaptados).
HABILIDADES:Controla movimentos de cabeça, pescoço, ombros, braços e pulsos. Pode encolher os ombros, fletir os cotovelos, supinar e pronar o antebraço e estender os punhos.
OBJETIVOS FUNCIONAIS:
Tarefas Diárias: As tarefas diárias de alimentação, banho, limpeza, higiene pessoal e limpeza podem ser executadas com maior facilidade utilizando alguns equipamentos especializados.
Cuidados de Saúde: É possível fazer verificações independentes da pele, realizar o alívio de pressão, e virar na cama.
Mobilidade: Alguns indivíduos podem fazer transferências de forma independente, mas muitas vezes é necessária uma placa de deslizamento. É capaz de usar uma cadeira de rodas para as atividades diárias, mas pode usar cadeira de rodas motorizada para maior facilidade e independência.

NÍVEL C7
Com o uso de dispositivos adaptados, também podem se tornar independente em matéria de higiene, limpeza extremidade inferior, e cuidado intestinal. Os indivíduos com uma lesão em C7, especialmente as mulheres, podem precisar de ajuda com o cuidado da bexiga (p.ex., cateterismo intermitente). Podem também ser independentes, com ou sem dispositivos auxiliares, para escrita, digitação, virando as páginas, atender telefones, e usar os computadores.
HABILIDADES: Tem movimentos semelhantes ao de um indivíduo com nível C6, com capacidade adicional para estender os cotovelos.
OBJETIVOS FUNCIONAIS
Tarefas Diárias: É capaz de executar tarefas domésticas. Necessita de menos ajuda adaptada para vida independente.
Cuidados de saúde: Capaz de fazer elevação de pelve na cadeira de rodas para alívio de pressão.
Mobilidade: O uso diário de cadeira de rodas manual. Pode fazer transferências com maior facilidade.
Indivíduos com tetraplegia C7 têm a capacidade de estender o cotovelo, o que aumenta a sua mobilidade e habilidades de auto-cuidados. Estes pacientes podem conseguir a independência na alimentação, em vestir a parte superior do corpo, tomar banho, mobilidade na cama, transferências e de propulsão de cadeira de rodas manual na comunidade.

NÍVEL C8
Indivíduos com tetraplegia C8 têm controle para flexão dos dedos, o que melhora a sua independência em termos de preensão manual. Eles podem atingir a independência na alimentação, higiene, em vestir os membros superiores e inferiores, tomar banho, mobilidade, transferências, propulsão de cadeira de rodas manual, e auto cuidados da bexiga e do intestino de cuidados, bem como digitação, atender telefones, e usar os computadores.
HABILIDADES:Tem mais força e precisão nos movimentos dos dedos, resultando em função manual limitada ou natural.
OBJETIVOS FUNCIONAIS
Tarefas Diárias: Pode realizar as atividades diárias de forma independente, sem necessidade de dispositivos de auxílio na alimentação, banhos, higiene bucal e facial, e cuidados com a bexiga e intestino.
Mobilidade: Usa cadeira de rodas manual. Pode transferir de forma independente.

PARAPLEGIA
NÍVEIS T1-T12
Os indivíduos com paraplegia T1-T12 tem inervação e função de todos os músculos da extremidade superior, inclusive para a função da mão. Eles podem conseguir a independência funcional em autocuidados (incluindo tarefas domésticas e preparação de refeições), no manejo da capacidade da bexiga e intestino, e em todas as necessidades de mobilidade utilizando cadeira de rodas. é importante notar que quanto mais baixo o nível neurológico, melhor será o equilíbrio do tronco e á efetividade da tosse. Os indivíduos devem receber treinamento avançado de cadeira de rodas, para que possam passar por superfícies desniveladas, terrenos acidentados, rampas e calçadas, bem como transferências do chão para a cadeira de rodas.
Os indivíduos com uma lesão T9-T12 têm controle de tronco variável (dos músculos paravertebrais e abdominais), e eles podem ser capazes de deambular usando órteses HKAFO, juntamente com um andador ou muletas. Pessoas com uma lesão em T10-T12 tem um melhor desempenho, e podem até tentar subir e descer escadas. Infelizmente, o uso destas órteses requer gasto de energia extrema e pode sobrecarregar os membros superiores, causando lesões. POr causa disso, muitas pessoas podem preferir a mobilidade de cadeira de rodas.
HABILIDADES:Tem a função motora normal de cabeça, pescoço, ombros, braços, mãos e dedos. Tem uma maior utilização das costelas e controle de tronco.
OBJETIVOS FUNCIONAIS
Tarefas diárias: Possui um alto nível de independência em quase todas as atividades.
Mobilidade: Alguns indivíduos são capazes de marcha limitada utilizando órteses longas. Isto requer grande gasto energético e exige muito da parte superior do corpo, não oferecendo nenhuma vantagem funcional. Pode levar a danos às articulações dos membros superiores.

NÍVEIS LI-L5 – ESTE É O MEU
Indivíduos com lesão lombar podem conseguir a independência funcional para a mobilidade, autocuidados e manejo da bexiga e do intestino. O treinamento avançado em cadeira de rodas (como mencionado acima) deve ser realizado.
Os pacientes com esta lesão pode dirigir de forma independente, usando um carro adaptado com controles manuais. Os indivíduos com uma lesão ao nível da coluna lombar podem se tornar funcionalmente independentes em termos de família e deambulação comunitária, que é frequentemente definido como a deambulação sem auxílio para distâncias superiores a 150 pés (aproximadamente 45 metros), com ou sem o uso de aparelhos e dispositivos de assistência.
Aparelhos ortopédicos (KAFOs e órteses tornozelo-pé) são frequentemente prescritas para ajudar estes pacientes a andar. Porém o uso de uma cadeira de rodas manual em parte do tempo é muitas vezes necessário.
HABILIDADES:Apresenta algum grau de controle dos movimentos de quadris e joelhos.
OBJETIVOS FUNCIONAIS
Mobilidade: Caminhar pode ser uma função viável, com a ajuda de órteses de perna e tornozelo. Níveis mais baixos de lesão podem caminhar com maior facilidade com as órteses.

NÍVEIS S1-S5
HABILIDADES: Dependendo do nível da lesão, existem vários graus de retorno voluntário da bexiga, intestino e das funções sexuais.
OBJETIVOS FUNCIONAIS
Mobilidade: Maior capacidade de andar com poucos ou nenhum dispositivo de apoio

serlesado.com.br/wp-content/uploads/2011/02/traumatismo-raqui-medular.jpg
Fonte: O Guia do Fisioterapeuta

INFORMAÇÔES ÚTEIS E NÂO DIVULGADAS

Importante

1. Quem quiser tirar uma cópia da certidão de nascimento, ou de casamento, não precisa mais ir até um cartório, pegar senha e esperar um tempão na fila.
O cartório eletrônico, já está no ar! www.cartorio24horas.com.br
Nele você resolve essas (e outras) burocracias, 24 horas por dia, on-line. Cópias de certidões de óbitos, imóveis, e protestos também podem ser solicitados pela internet.
Para pagar é preciso imprimir um boleto bancário. Depois, o documento chega por Sedex.


2. DIVULGUE. É IMPORTANTE: AUXÍLIO À LISTA
Telefone 102... não!
Agora é: 08002800102
Vejam só como não somos avisados das coisas que realmente são importantes...
NA CONSULTA AO 102, PAGAMOS R$ 1,20 PELO SERVIÇO.
SÓ QUE A TELEFÔNICA NÃO AVISA QUE EXISTE UM SERVIÇO
VERDADEIRAMENTE GRATUITO.


3. Importante: Documentos roubados - BO (boletim de occorrência) dá gratuidade - Lei 3.051/98 - VOCÊ SABIA???
Acho que grande parte da população não sabe, é que a Lei 3.051/98 que nos dá o direito de em caso de roubo ou furto (mediante a apresentação do Boletim de Ocorrência), gratuidade na emissão da 2ª via de tais documentos como:
Habilitação (R$ 42,97);
Identidade (R$ 32,65);
Licenciamento Anual de Veículo (R$ 34,11).
Para conseguir a gratuidade, basta levar uma cópia (não precisa ser autenticada) do Boletim de Ocorrência e o original ao Detran p/ Habilitação e Licenciamento e outra cópia à um posto do IFP..


4) MULTA DE TRANSITO : essa você não sabia
No caso de multa por infração leve ou média, se você não foi multado pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar multa. É só ir ao DETRAN e pedir o formulário para converter a infração em advertência com base no Art. 267 do CTB. Levar Xerox da carteira de motorista e a notificação da multa.. Em 30 dias você recebe pelo correio a advertência por escrito. Perde os pontos, mas não paga nada.
Código de Trânsito Brasileiro
Art. 267 - Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa.
DIVULGUEM PARA O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS POSSÍVEL. VAMOS ACABAR COM A INDÚSTRIA DA MULTA!!!!

http://semespacoparalamento.blogspot.com/

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Ética ou corporativismo?

É preciso não confundir ética profissional com corporativismo.É muito importante que dentro de um grupo ou classe profissional exista ética, mas ela não pode ultrapassar os limites do certo e errado, não é porque eu tenho ética profissional , que posso esconder ou impedir o acesso à informações que sejam relevantes ou de interesse de pessoas que não fazem parte do meu círculo específico de trabalho, ou seja, se esta informaçao é imprescindível para realizar um estudo, investigação ou qualquer ato que seja de importância a terceiros, tenho o dever de informar, sob pena de estar sendo corporativista, escondendo algo que mesmo sabendo ser de suma importância a outra pessoa, e em detrimento desta, esconder e até proteger um colega de profissão, sabendo que agiu errado, ou não teve conduta digna da profissão. Veja que a situação é muito delicada, geralmente as pessoas escondem os fatos, achando que agindo assim estão se defendendo também, pensando que esconder um ato de um colega de profissão, pode no futuro lhe ser útil no caso de uma  situação semelhante venha acontecer com ele mesmo, não sei se estou sendo clara, mas acho que dá pra entender, geralmente vemos os casos de ética profissional serem usadas por polícias, médicos, advogados, juízes, promotores, e outras profissões de repercusão pública. Então é isso, a ética é primordial, para que tenhamos normas e formas de agir dentro de cada profissão, mas é perniciosa quando usada para esconder situações, que sabemos poderiam ser resolvidas se não fossem escondidas pela ÉTICA PROFISSIONAL, que deixa de ser ética e torna-se CORPORATIVISMO PROFISSIONAL
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhfXM9TJTh32FmBi8Uhe-wG6UDG8_TPRdfaHwC0SP5UjDCzH8-my8cjVJNaxmvQDuiTS_KuFRwd92CTMXfJjEjoBF6JODmw9xX9uFvoATO0qGT-AMMMuvulPAy5TF2Q2dg6R8nk4uUnLEI/s1600/etica-medica-2.jpgA algum tempo atrás , num dos momentos que estava e ainda estou, procurando respostas para meu caso, entrei numa comunidade do orkut denominado "Relação Médico e Paciente". Lá postei o seguinte:



13/09/10- Márcia
Ética ou corporativismo?
Fiz uma cirurgia de grande porte, fiquei internada três meses e enquanto estava hospitalizada NINGUÈM do hospital, nem mesmo meu medico me disse que eu tinha sido vítima de infecção hospitalar.
Até hoje não se fala desse assunto. Peguei meus prontuários e la estava tudo registrado.
Realmente sou uma sobrevivente e, no entanto precisei sair, me desvincular totalmente do hospital para outros profissionais da área me falarem mais abertamente o que esta acontecendo comigo.
Já quase perdi um rim de tanto medicamento e terei que fazer mais uma cirurgia para retirada de cistos (que os médicos dizem ser abscessos decorrentes da infecção) que esta entre os músculos ilíacos na região da minha cirurgia ( lombar).
Percebo que só fui me dar conta da gravidade do acontecimento (me refiro ao silencio em conjunto de um hospital renomado de São Paulo) depois de quase um ano apos a primeira cirurgia, depois de muitas idas e vindas ao hospital, permanecendo mais da metade de um ano internada de tantas dores. Dores essas que eles disseram ser da minha cabeça.
Sinto-me uma ingênua por ter confiado cegamente em profissionais que antes de qualquer coisa pensa no seu salário, já que TODOS eram e continuam sendo funcionários do hospital.
Para ter uma opinião melhor precisei sair de São Paulo, pois aqui os médicos só me disseram que tinha que voltar ao hospital onde tudo começou.
Quando vc perde a confiança como vai voltar ao hospital, como vai procurar médicos que tentaram esconder a veracidade do sofrimento.
Peguei infecção de alto grau, corrente sanguínea e órgãos, nem mesmo a bomba de morfina tirava minhas dores.
Hoje sou empurrada de um profissional para outro. Hoje mesmo me mandaram para um cirurgião geral, mas já dizendo que posso precisar de junto um neurocirurgião e cirurgião gastro.
SOCORRO, já não sabem diferenciar Ética de Corporativismo!

No dia 14/09/10 tive a seguinte resposta de alguém denominado Cláúdio M
Quando a pessoa se submete a um tratamento cirúrgico, QUALQUER que seja ele, existem inúmeros riscos inerentes ao procedimento, e dentre eles a infecção é um que pode acontecer, com QUALQUER paciente, em QUALQUER hospital.
Eu não entendi sua colocação. Qual a relação entre a infecção referida por você e o corporativismo?

E no mesmo dia escrevi:
Quando a pessoa se submete a um tratamento cirúrgico, QUALQUER que seja ele, existem inúmeros riscos inerentes ao procedimento, e dentre eles a infecção é um que pode acontecer, com QUALQUER paciente, em QUALQUER hospital.
Sei que ninguém acordou e disse: Hoje vou colocar uma bacteria dentro do corpo de fulana.
Mas deveriam arcar com as consequencias, pois como vc mesmo falou, todos , inclusive os profissionais da area sabem do risco.
Me refiro ao silêncio em conjunto do hospital e médicos.

Ate o dia de hoje ninguém desta comunidade se pronunciou e continuo com minha indagação.
Numa comunidade que pensei  obter alguma resposta, o que encontrei foi um silêncio que ecoa sem parar: "CORPORATIVISMO".


http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=8344132&tid=5516301367592201120&kw=%C3%A9tica+e+corporativismo



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Pare, escute e reflita.

Não somos deuses, não somos soberanos sobre a natureza. Não temos poder sobre ela. E não podemos desfazer o que foi mal-feito, depois que o mal já foi feito ... "Repensar a vida consiste em rever valores. Receber o inevitável serenamente, Depositar ao leito do regato antigos pudores, Aceitar o que a vida nos reserva inteiramente. É existir sem temor de ser feliz. É padecer e abrigar a angústia da alma Tendo ciência que somos meros aprendizes. Intentar não perecer, mantendo a calma. Rebuscando meu baú encontrei registros Induziram-me a repensar quantos atos impensados. De que adiantou tanta vigilância? Tudo era sinistro. Não tive muitas opções, aceitei meus fardos. O temor... a dor foi inevitável. Girei entre a loucura e a sanidade, Gritei por paz, por amor inesgotável. Repensando a vida... grito por serenidade"

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Apesar do estresse do caminho (não adaptado), o dia foi maravilhoso

De sábado para domingo mal consegui dormir. Estava ansiosa, pois 
estava decidida a ir  num parque municipal (Piqueri) para prestigiar um amigo que resolveu comemorar seu aniversário com um típico churrasco no meio da natureza. Ele tem que ser muito amigo mesmo pra fazer com que eu me aventurasse dessa maneira.
Quando foi chegando a hora de sair, comecei a pensar em  mil e um obstáculos, mas fiquei calada, afinal percebi que o Ma (meu marido) estava feliz deu ter falado que  queria ir.
Pra começar um dos obstáculo seria o encontro com os amigos. Estava preocupada das pessoas me verem chegar numa cadeira de rodas. Muitas pessoas não me viam há muito tempo e outras nem imaginavam as minhas necessidades. Muitas deles já sabiam, mas não tinham me visto dessa maneira. Por mais  que falo que tenho a cabeça boa, às vezes me deparo com uma insegurança que me faz ficar muito fragilizada.
Entrei na net e pesquisei sobre o parque. Lá dizia que era adaptado. Se aquilo for adaptado  tenho medo de ver o que não é!
Quando cheguei, por um milagre, as duas únicas vagas reservada estava desocupada. Maravilha. Fiquei feliz, mas durou pouco tempo esse sentimento.
Quando entrei ao parque levei um susto, já percebi que ia ter dificuldades.
Meu filho e meu marido não me escutaram e começaram a empurrar minha cadeira. Fiquei muito nervosa, chegaram a cair algumas lágrimas dos meus olhos.
Aquela situação me dava medo. O caminho era cheio de pedregulhos e folhas, alguns eram cheios de morrinhos das raízes das árvores. Muitas vezes a cadeira atolou de tanta areia que havia no caminho. Conforme ia "caminhando" sentia todos os buracos e imperfeições daquele caminho, ficando com a impressão que a cadeira ia desmontar. Parecia que o local das churrasqueiras não chegava nunca. Fiquei desesperada com vontade de voltar para minha casa. As lágrimas  caiam e o nó na garganta me sufocava. Senti-me vulnerável demais.
Sempre que tinha saído era para ir em shopping e supermercado que por mais que não seja adaptado é plano e não tem buracos. Também na maioria das vezes com minha protetora "Super Jack" que conhece meus receios e sempre se adianta para melhorar meu caminho. Sei que estava na hora de dar um basta na insegurança e começar a sair, mas o medo imperava em meu pensamento. Além do mais tenho que começar a confiar em outras pessoas, pois assim deixo a Jack um pouco mais livre.
Enfim, quando cheguei tive a sensação que o nó na garganta não ia se desfazer. Precisou passar um tempo para conseguir me refazer. Mal havia chegada e comecei a ficar preocupada  com a hora da saída.
Conforme o tempo foi passando fui relaxando e comecei a curtir . Aquela confraternização estava perfeita. Lugar bonito com pessoas alto astral.
O lugar estava sendo um convite para que todos deixassem suas crianças  ressurgir  do seu íntimo. Garrafas vazias, vasilhas de plástico acabaram virando brinquedos nas mãos daquelas crianças grandes. A maioria entrou na brincadeira e começaram a se molhar. Me senti parte da brincadeira. Conforme iam se molhando o chão de terra iam formando um lamaçal e minha cadeira atolava e tinha que mudar de lugar.
Quando parecia que as crianças grandes estavam cansadas, surge a Jack confabulando com a Bia e me molham com gosto. Duas noras juntas só se esperam isso mesmo, quando não falam mal da sogra querem aprontar pra cima dela,rsrs.
Imaginem a cena: Eu sentada na cadeira e elas despejando muita água sobre mim. Aquele foi o momento que  o melindre  que todos estavam tendo comigo foi por "água abaixo".
Vi o sorriso estampado no rosto de todos os presentes, como se naquele momento descobrissem que eu era igual a eles.
O fim da tarde chegou e com ele a hora da partida. Despedi-me e lá fui eu sendo empurrada por aquele caminho dificultoso novamente.
Depois desta aventura, como se não bastasse, o carro quebrou. Teve problema no alarme e bloqueio tudo. Fui "resgatada" pelo meu irmão que me buscou no meio do caminho e me deixou em casa.
Apesar do estresse do caminho (não adaptado), o dia foi maravilhoso, mas nunca mais voltarei a este parque...mas irei em outros com certeza.


Beijos.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Algumas dicas

[capa.jpg]Quando a pessoa esta sentada é muito incômodo ficar olhando para cima por muito tempo, então ao  conversar mesmo por pouco instante com alguém  que usa cadeira de rodas, ou que tenha mobilidade reduzida procure sentar, só assim os olhos ficarão no mesmo nível tornando a conversa muito mais prazerosa

Vou passar algumas dicas que muita vezes deixamos de faze-las por falta de conhecimento.
A cadeira de rodas (assim como as bengalas e muletas) é parte do espaço corporal da pessoa, quase uma extensão do seu corpo. Agarrar ou apoiar-se na cadeira de rodas é como agarrar ou apoiar-se numa pessoa sentada numa cadeira comum. Isso muitas vezes é simpático, se vocês forem amigos, mas não deve ser feito se vocês não se conhecem.
Nunca movimente a cadeira de rodas sem antes pedir permissão para a pessoa. Empurrar uma pessoa em cadeira de rodas não é como empurrar um carrinho de supermercado. Quando estiver empurrando uma pessoa sentada numa cadeira de rodas e parar para conversar com alguém, lembre-se de virar a cadeira de frente para que a pessoa também possa participar da conversa.
Se você estiver acompanhando uma pessoa deficiente que anda devagar, com auxílio ou não de aparelhos ou bengalas, procure acompanhar o passo dela.
Quando sairem juntos a um barzinho ou mesmo casa de alguém, mantenha as muletas ou bengalas sempre próximas à pessoa deficiente.
Esteja atento para a existência de barreiras arquitetônicas quando for escolher uma casa, restaurante, teatro ou qualquer outro local que queira visitar com uma pessoa com deficiência física.
Não se acanhe em usar palavras como "andar" e "correr". As pessoas com deficiência física empregam naturalmente essas mesmas palavras e se divertem com isso.

Trate a pessoa com deficiência com a mesma consideração e respeito que você usa com as demais pessoas.
Devemos respeitar a individualidade de cada um, não fingindo que somos todos iguais, porque não somos e nem precisamos ser, graças a Deus. Não devemos rotular ninguém, pois cada um tem uma essência diferente, não dá pra sentir o que se tem por dentro olhando pelo lado de fora. 
Deixar aflorar a sensibilidade é o primeiro passo para se desvendar a essência de alguém.
Não há virtude mais importante do que a sensibiliadade.
Deixe aflorar a sua, exercite-a!


terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Talão de Multa Moral pretende educar motoristas infratores

Imagem do post


Talão de Multa Moral pretende educar motoristas infratores

A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida produziu talões de Multa Moral, com o objetivo de educar e orientar as pessoas que não respeitam as vagas de estacionamentos reservadas às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.

A campanha pretende orientar os motoristas, por meio da multa fictícia, deixada no pára brisas dos carros estacionados indevidamente em vagas reservadas às pessoas com deficiência em shoppings, hipermercados e demais estabelecimentos comerciais.

Além de alertar que o condutor do veículo está numa vaga exclusiva, a Multa Moral lembra o infrator que os habituais “cinco minutinhos” ocupando a vaga podem acarretar diversos transtornos a quem realmente tem direito de utilizá-la.

O Decreto Federal 5.296/2001 determina a reserva permanente de no mínimo 2% da totalidade das vagas dos estacionamentos, para uso exclusivo de veículos de pessoas que tenham dificuldade de locomoção, devidamente sinalizadas.

Os interessados em participar da campanha educativa podem retirar os talões de Multa Moral na Praça de Atendimento da Subprefeitura Jabaquara (avenida Engenheiro Armando de Arruda Pereira, 2.314). Também está disponível para retirada exemplares do manual “Dicas de Relacionamento com Pessoas com Deficiência”.
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Deficiência Física


Definição
É a disfunção ou interrupção dos movimentos de um ou mais membros: superiores, inferiores ou ambos e conformeo grau do comprometimento ou tipo de acometimento fala-se em paralisia ou paresia.
O termo paralisia se refere à perda da capacidade de contração muscular voluntária, por interrupção funcional ou orgânica em um ponto qualquer da via motora, que pode ir do córtex cerebral até o próprio músculo; fala-se em paralisia quando todo movimento nestas proporções são impossíveis.
O termo paresia refere-se quando o movimento está apenas limitado ou fraco. O termo paresia vem do grego PARESIS e significa relaxação, debilidade. Nos casos de paresias, a motilidade se apresenta apenas num padrão abaixo do normal, no que se refere à força muscular, precisão do movimento, amplitude do movimento e a resistência muscular localizada, ou seja, refere-se a um comprometimento parcial, a uma semiparalisia.


Classificação das paralisias
Dependendo do número e da forma como os membros são afetados pela paralisia, foi sugerida por WYLLIE (1951), a seguinte classificação:
·       Monoplegia – condição rara em que apenas um membro é afetado.
·       Diplegia – quando são afetados os membros superiores.
·       Hemiplegia – quando são afetados os membros do mesmo lado.
·       Triplegia – condição rara em que três membros são afetados.
·       Tetraplegia/ Quadriplegia – quando a paralisia atinge todos os membros; sendo que a maioria dos pacientes com este quadro apresentam lesões na sexta ou sétima vértebra.
·       Paraplegia – quando a paralisia afeta apenas os membros inferiores; podendo ter como causa resultante uma lesão medular torácica ou lombar. Este trauma ou doença altera a função medular, produz como conseqüências, além de déficits sensitivos e motores, alterações viscerais e sexuais.


Causas diversas ou desconhecidas
·       Paralisia Cerebral: por prematuridade; anóxia perinatal; desnutrição materna; rubéola; toxoplasmose; trauma de parto; subnutrição; outras.
·       Hemiplegias: por acidente vascular cerebral; aneurisma cerebral; tumor cerebral e outras.
·       Lesão medular: por ferimento por arma de fogo; ferimento por arma branca; acidentes de trânsito; mergulho em águas rasas. Traumatismos diretos; quedas; processos infecciosos; processos degenerativos e outros.
·       Amputações: causas vasculares; traumas; malformações congênitas; causas metabólicas e outras.
·       Febre reumática – (doença grave que pode afetar o coração);
·       Câncer;
·       Miastenias graves (consistem num grave enfraquecimento muscular sem atrofia).


Bibliografia
         SOUZA, P. A. – O Esporte na Paraplegia e Tetraplegia. Rio de Janeiro: Guanabara koogan, 1994.

http://ies.portadoresdedeficiencia.vilabol.uol.com.br/DeficienciaFisica.htm

(ESTOU COM PARESIA DEVIDO A  LESÃO MEDULAR CAUSADA POR UMA  INFECÇÃO HOSPITALAR)